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AUTOESCOLA PARAGUASSU: IDOSOS NO TRÂNSITO: TODO CUIDADO É POUCO


Somente nos quatro primeiros meses do ano, a Seguradora Líder, responsável pela operação do Seguro DPVAT, pagou 116.085 indenizações. Desse total, 30.944 foram destinadas a faixa etária de 45 a 64 anos ou mais. Para te ajudar a entender melhor a dimensão desse número, basta imaginar que a metade do estádio do Maracanã, o maior estádio do Brasil, é ocupada por uma pessoa dessa faixa etária que sofreu um acidente de trânsito. De assustar, não é?: O Os dados são da edição de Abril do Boletim Estatístico da Seguradora Líder e mostram que, independentemente da nossa idade, todos devemos concentrar nossos esforços para a segurança no trânsito. Nesse post, vamos falar sobre o comportamento dessa faixa etária no trânsito e quais devem ser os cuidados. Confere só! 
Uma coisa é fato: os tempos são outros. Muitos desses adultos, que estão ou estão chegando na terceira idade, já viveram uma época bem mais tranquila no trânsito. Quer um exemplo prático? Só de 2001 a 2012, a frota brasileira mais que dobrou, passando de 24 para 50 milhões de veículos, pessoal. Então, além de ter que se adaptar a uma nova realidade, eles têm que lidar com as condições do processo natural do envelhecimento, como o comprometimento da habilidade motora, cognitiva e sensório-perceptiva, o que exige uma atenção ainda maior.
Condições que aumentam o risco na direção
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) não estabelece um limite de idade para conduzir um veículo automotor, mas estudos indicam que algumas doenças, desenvolvidas na terceira idade, podem atrapalhar o motorista na hora de conduzir, tais como o Mal de Parkinson, por afetar o controle corporal, e até mesmo a diabetes, cujas complicações não controladas podem gerar fadiga, letargia e lentidão. Isso sem contar as doenças cardíacas, cujas manifestações são difíceis de prever e podem acontecer no momento da direção. Dessa forma, além de controlar as doenças através de tratamentos medicamentosos, algumas adaptações no veículo, como direção hidráulica e câmbio automático, são instrumentos importantes de compensação para os motoristas mais velhos no sentido de diminuir seus esforços ao conduzir.
E os idosos pedestres?
Se as condições acima podem atrapalhar o condutor idoso, isso não significa que os pedestres correm menos risco. Segundo pesquisa realizada pela Direção Geral de Tráfego (DGT), da Espanha, os idosos se tornam ainda mais vulneráveis quando na condição de pedestres. Alguns dos problemas enfrentados por eles nesta situação são distinguir a cor das luzes e perceber a velocidade efetiva dos veículos na via, isso sem contar no conjunto de obstáculos nas ruas, como a má conservação, por exemplo.
Direitos protegidos
Diante de tantos obstáculos para os idosos no trânsito é sempre importante ter boas notícias e uma delas está na legislação brasileira. O Estatuto do Idoso, por exemplo, estabelece a obrigatoriedade de destinação de 5% das vagas em estacionamento regulamentado de uso público para essa parcela da população. Para isso, é necessário que o idoso se identifique através de uma credencial no veículo. Então, já sabe: é preciso sempre respeitar as vagas preferenciais!
Exemplo que vem de fora
Você já sabe que a gente gosta muito de bons exemplos por aqui, não é mesmo? No ano passado, o Japão, que passa por um processo de envelhecimento da sua população, desenvolveu um programa para evitar que os motoristas de mais idade se envolvam em acidentes. Nesse programa, os idosos frequentam uma autoescola, cujo objetivo é testar a velocidade de raciocínio e verificar reflexos. Quem for reprovado, vai para uma avaliação médica e pode ter a carteira suspensa.

Fontes: 
www.seguradoralider.com.br
http://www.detran.ba.gov.br/noticias/2018-05-15/idosos-no-transito-todo-cuidado-e-pouco

AUTOESCOLA PARAGUASSU: CNH-e JÁ DISPONÍVEL PARA TODO O BRASIL, SAIBA UM POUCO MAIS

A CNH papel deve ter o QR Code (ou seja, ter sido emitida a partir de 01/05/2017)
A CNH Digital é uma representação digital (eletrônica) da Carteira Nacional de Habilitação - CNH, com a mesma validade do documento em papel. Com a versão digital, a CNH tornou-se o primeiro documento brasileiro de identificação civil com representação múltipla (impressa e digital).
Fonte: Serpro 
A CNH, como documento de identificação, pode ser verificada sem acesso à internet, usando o aplicativo Lince. A verificação, por meio de qualquer outro aplicativo que não tenha sido desenvolvido pelo Serpro ou encomendado pelo Denatran, não garante a integridade dos dados contidos na CNH. Caso os dados lidos pelo QR Code sejam diferentes das informações exibidas na CNH (digital ou impressa), trata-se de uma possível falsificação.
A cópia impressa da CNH Digital, mesmo com a assinatura digital do Detran, tem apenas o valor de cópia autenticada e, portanto, não substitui a CNH impressa como documento de habilitação para condução de veículos. Apenas o aplicativo CNH Digital desenvolvido pelo Serpro pode substituir a carteira de habilitação impressa.
Se o órgão ou entidade de fiscalização do Sistema Nacional de Trânsito registrar a retenção da CNH impressa na base nacional (Registro Nacional de Condutores Habilitados - Renach), a versão digital será automaticamente bloqueada. Fonte: Denatran | Serpro. 
Tutorial da CNH-e clique aqui. 
Fonte: Disponível em: https://demonstra.serpro.gov.br/tutoriais/cnh_digital/html/

AUTOESCOLA PARAGUASSU: A TECNOLOGIA E SEUS BENEFÍCIOS PARA O TRÂNSITO


Reduzir acidentes e mortes é apenas um dos muitos benefícios do uso da tecnologia no trânsito, que hoje vai muito além do controle de velocidade e registro de infrações. A tecnologia hoje disponível contribui fortemente para uma gestão mais eficaz do trânsito, com o consequente aumento da segurança pública e a melhoria da qualidade de vida nas cidades.
O uso da tecnologia no trânsito não deve ser vista somente como sinônimo de controle de velocidade e aplicação de multas.
Bem aplicada, é aliada na busca de soluções de mobilidade e segurança além de prover uma grande ajuda para o trabalho dos engenheiros de trânsito com a disponibilização de dados atualizados e confiáveis para suporte às decisões a serem tomadas.
Sabe-se hoje que o estresse no trânsito é um dos grandes causadores de doenças, especialmente nas grandes cidades. Melhorar a fluidez no trânsito passou a ser uma prioridade para as autoridades, pois os custos sociais das doenças geradas pelo estresse no trânsito e não somente os custos dos acidentes, estão atingindo níveis alarmantes.
A redução de focos de congestionamento é uma das grandes aplicações da tecnologia, com reflexos positivos na fluidez de tráfego e na saúde da população de uma cidade. A melhoria do fluxo de veículos é possível com a implantação da chamada “onda verde, onde os semáforos são sincronizados e ajustados para que os carros mantenham uma velocidade média adequada nas principais vias da cidade, permitindo que se o motorista mantiver a velocidade estipulada, não irá parar em nenhum sinal vermelho. Com isso, o trânsito ganha fluidez e agilidade.
Outra situação muito comum em cidades, é o congestionamento causado pelo fluxo excessivo de veículos em pontos críticos com semáforos. O tempo de funcionamento do verde/vermelho dos semáforos é planejado pelo volume médio de veículos em cada ponto. Em momentos de muito fluxo o padrão escolhido para os tempos do semáforo gera congestionamentos em um ou nos dois lados do cruzamento, muitas vezes mesmo quando um não tem sequer um veículo para cruzar. A maravilha do sistema de câmeras de avaliação de imagens, hoje disponível, permite informar ao controlador do semáforo que ele deve mudar o tempo de verde/ vermelho e assim melhorar enormemente o fluxo da via. Os semáforos passam a se adaptar ao trânsito, respondendo de forma imediata e automática a situação real de momento.
Mas o melhor de tudo é que, por ser uma tecnologia de análise de imagens, a implantação desses equipamentos não requer sensores de piso nem obras custosas e invasivas. Outra grande vantagem é que essa tecnologia se aplica a qualquer tipo de controlador semafórico, ou seja, mesmo controladores antigos podem funcionar com todas essas vantagens da modernidade tecnológica, permitindo que as prefeituras melhorem a fluidez do trânsito sem necessidade de trocar toda a infraestrutura já instalada.
A tecnologia aplicada ao trânsito é também um aliado no desenvolvimento de ações na área de segurança pública. Câmeras inteligentes podem também ser usadas no combate ao roubo e furto de veículos, identificação de veículos clonados e com licenciamento e IPVA atrasados.
O sistema de fiscalização é composto de equipamentos fixos, instalados em pontos estratégicos, que controlam os veículos que entram e saem da cidade; e equipamentos móveis, que agilizam as atividades das blitze, diminuindo o desconforto dos motoristas e aumentando a segurança dos guardas. Esses equipamentos identificam veículos roubados, clonados e com licenciamento e IPVA atrasados. Os aparelhos utilizados nas blitze possibilitam a identificação dos veículos por meio do sistema OCR (Optical Character Recognition), em que a câmera “lê” as placas e decodifica os dados junto à base cadastral do DETRAN. Caso o sistema detecte algum problema de ordem legal, judicial ou pecuniária, o veículo será abordado pela fiscalização. Nesse tipo de ação somente os veículos com problemas são parados, enquanto nas operações normais todos os veículos, mesmo aqueles que estão em situação regular são abordados, o que causa engarrafamento de trânsito e desgaste dos motoristas.
Por tudo isso vemos que a aplicação da tecnologia nas vias urbanas é um grande aliado para a melhoria da fluidez do tráfego, contribuindo enormemente para a redução do estresse e suas nefastas consequências na saúde da população. Portal do Trânsito. 
Fonte: Disponível em: http://portaldotransito.com.br/noticias/urbanismo/tecnologia-e-seus-beneficios-para-o-transito/

AUTOESCOLA PARAGUASSU: MAIO AMARELO “NÓS SOMOS O TRÂNSITO”



O MOVIMENTO EM 2018
Com o mote “Nós somos o trânsito” o Movimento chega à sua 5ª edição e fomenta na sociedade discussões e atitudes voltadas à necessidade urgente da redução do número de mortes e feridos graves no trânsito. O tema foi discutido com a Associação Nacional de Detrans (AND) e foi apresentado em reunião do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Assim como em 2017, o tema de 2018 propõe o envolvimento direto da sociedade nas ações e propõe uma reflexão sobre uma nova forma de encarar a mobilidade. Trata-se de um estímulo a todos os condutores, seja de caminhões, ônibus, vans, automóveis, motocicletas ou bicicletas, e aos pedestres e passageiros, a optarem por um trânsito mais seguro.

De acordo com o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, os acidentes não acontecem, mas sim são frutos de escolhas inadequadas e arriscadas. Para José Aurelio Ramalho, diretor-presidente do OBSERVATÓRIO e idealizador do Movimento Maio Amarelo, 90% dos acidentes têm como motivação as falhas humanas como imperícia, imprudência e desatenção. “Somos os responsáveis pelos nossos atos no trânsito e ter consciência clara disso é um dos caminhos para a reversão do triste cenário não só do Brasil, mas de todo o mundo”, ressalta.

Para solicitar o logo do Maio Amarelo 2018, envie email para euapoio@maioamarelo.com ou em www.maioamarelo.com.

Abertura oficial

A abertura oficial da Campanha Maio Amarelo 2018 já tem data e local definidos: será no dia 26 de abril, em Campina Grande, na Paraíba. A cidade foi destaque em 2017 pelas diversas atividades desenvolvidas durante o Maio Amarelo e aceitou o desafio de fazer a abertura solene do Movimento pela primeira vez desde sua 1ª edição, em 2014.

Para Félix Araújo Neto, superintendente da STTP (Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos) do município, “o Maio Amarelo consagra importantes ações na desafiadora tarefa de educar para o trânsito. Desde sua criação, Campina Grande desenvolve projetos com muito carinho e atenção sempre buscando a melhor forma de comunicar os riscos e alertas aos cidadãos. Fomos Destaque 2017 e agora, com muito orgulho, aceitamos o convite para sediar a abertura deste grande evento nacional. Além da grande alegria pelo reconhecimento de nossas práticas e do nosso compromisso por um trânsito melhor, mais fluido e seguro, a honradez da escolha e o compromisso e responsabilidade de fazer ainda melhor”, frisa.

Premiação e encerramento

Já o evento de encerramento com a premiação “Destaques Maio Amarelo 2018” acontecerá no dia 28 de junho em Brasília, no Distrito Federal, e será sediado pela ABDER (Associação Brasileira dos Departamentos Estaduais de Estradas de Rodagem) e pelo DER/DF (Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal).

A premiação será dada às empresas, entidades do setor público e sociedade civil organizada que mais disseminarem os conceitos e práticas propostas pelo Maio Amarelo. As ações devem estar direcionadas à conscientização para a segurança no trânsito e o incentivo à mudança de comportamento de todos que transitam.

“Registro que sediar um evento desta relevância é expressar o comprometimento da ABDER e do DER/DF com a paz e a cidadania no trânsito. É importante ressaltar que, em 2017, o Distrito Federal reduziu de forma expressiva o número de acidentes, principalmente com gravidade e morte. A nossa utopia é zerar esses dados em Brasília e no Brasil”, diz Henrique Luduvice, diretor-geral do DER/DF e presidente da ABDER.

Fonte: https://www.maioamarelo.com/2018-nos-somos-o-transito/
Material completo: https://drive.google.com/drive/folders/1SySzMW1oCPER4itPPb9iWtzlsahkGSWZ

AUTOESCOLA PARAGUASSU: EDUCAÇÃO NO TRÂNSITO É FUNDAMENTAL PARA A PRESERVAÇÃO DA VIDA


educação no trânsito
Foto: Icetran 

Para que todos possam transitar com tranquilidade e segurança nas vias urbanas, atualmente, o Brasil conta com uma Lei Federal, que regulamenta o trânsito de veículos  e pedestres: o Código de Trânsito Brasileiro. Nele, podemos encontrar normas de circulação e conduta para que todos possam ir e vir com segurança e sem conflitos. Confira dicas de boa conduta e mais educação no trânsito. Acompanhe:
Educação no trânsito para as crianças nas escolas
Através da educação no trânsito dentro das escolas poderemos formar cidadãos mais conscientes e preparados para enfrentar a vida e o trânsito. A iniciativa tem por objetivo contribuir na construção de valores, como o respeito ao próximo para a proteção da vida, que é o nosso bem maior. A educação no trânsito nas escolas auxiliar, ainda, na compreensão da criança em relação aos elementos e as situações vivenciadas no trânsito.
Os ensinamentos sobre educação no trânsito deve começar nas séries iniciais e aliar teoria e prática. As crianças devem ser orientadas a ter um comportamento adequado em relação à segurança necessária nas vias públicas, tanto na condição de pedestre quanto na de passageiro. Aqueles que usam bicicletas, skates, patins e patinetes devem aprender que existem faixas para ciclistas e outros lugares apropriados e seguros para a diversão, que excluem as vias públicas. Também não devem se esquecer de usar equipamentos de proteção e segurança.
Educação no trânsito para formar adultos responsáveis
Muitos motoristas e pedestres não seguem as leis, o que pode provocar a ocorrência de vários acidentes de trânsito. Os dados estatísticos mostram índices preocupantes. Para as pessoas se conscientizarem desse perigo, o Brasil sempre elabora campanhas para a educação no trânsito, que chamam a atenção para a necessidade de respeitar a faixa de pedestres, usar cinto de segurança, não dirigir alcoolizado, utilizar cadeirinha para crianças no carro, etc. A educação no trânsito não se limita apenas a ensinar regras de circulação, mas também deve contribuir para formar cidadãos responsáveis, autônomos, comprometidos com a preservação da vida.
No cotidiano, o cidadão assume diversos  papéis,  em diferentes  momentos: pedestre, passageiro, condutor.  Devemos agir cooperativamente em cada uma destas situações. Uma atenção a mais ou gentileza podem desarmar a irritação do outro.
Como evitar acidentes
Em todos os levantamentos realizados, o fator humano (humano-condutor, humano-pedestre) tem uma participação significativa como agente causador dos acidentes. O álcool e as demais drogas causam reações que modificam o comportamento das pessoas, comprometendo a sua atenção e retardando seus reflexos e sua capacidade de raciocínio.
Observam-se ainda dois hábitos extremamente comuns e perigosos: falar ou digitar mensagens no celular e se maquiar ao volante.
Também é importante realizar exames médicos periodicamente. Suas condições de visão, audição e reflexos são importantes para a sua segurança e a de terceiros.
Faça uso da direção defensiva
Direção defensiva é dirigir com objetivos de prevenir acidentes, atento às ações de outros motoristas  e das possíveis  condições  adversas  de pista e de tempo.
Pedestres
O Código de Trânsito orienta a forma mais adequada do pedestre circular pelas ruas, utilizando, sempre que existir, as calçadas, faixas de pedestres, passarelas, etc. Em determinadas áreas (como pontes), para que haja alguma proibição, é necessário que haja uma sinalização feita pelo órgão executivo de trânsito com circunscrição sobre a via.
A educação no trânsito também está relacionada com o cultivo de hábitos saudáveis,  atitudes preventivas, e com o exercício de ações mais humanas.
Faça a sua parte
Muitas vidas seriam poupadas se o causador de um acidente tivesse colocado em prática o que  todos  sabem: não beber antes de dirigir, revisar o veículo periodicamente, não ultrapassar em lugares proibidos e respeitar os limites de velocidade. Essas são ações geradoras  de mais segurança e melhor qualidade de vida. Fonte: Icetran. 

Disponível em: https://icetran.org.br/blog/educacao-no-transito-preserva-vidas-e-transforma/

AUTOESCOLA PARAGUASSU: EM TRÊS MESES, SEGURO DPVAT REGISTRA MAIS DE 87 MIL INDENIZAÇÕES PAGAS

Foto: Detran-Ba
A Seguradora Líder, administradora do Seguro DPVAT, registrou o pagamento de 87.508 indenizações a vítimas de acidentes de trânsito no primeiro trimestre de 2018. O número mostra uma redução de 11% em relação ao mesmo período do ano passado. Entre janeiro e março, as indenizações por morte (9.196) e invalidez permanente (62.781) apresentaram queda de 2% e 15%, respectivamente, em comparação com o mesmo período em 2017. Já o reembolso de despesas médicas teve crescimento de 6% na mesma comparação.

Seguindo a tendência dos anos anteriores, a motocicleta permanece sendo responsável pela maior parte das indenizações: 76%, apesar de representar apenas 27% da frota nacional de veículos, de acordo com dados do Denatran. Do total de indenizações pagas no trimestre, 66.201 foram para acidentes envolvendo motocicletas. Destas, 76% foram para invalidez permanente (50.469) e 7% para morte (4.578).

A região Nordeste também lidera o número de indenizações pagas pelo Seguro DPVAT, embora sua frota seja a terceira maior do país (17% dos veículos). De janeiro a março, os estados nordestinos registraram 27.345 casos, o que corresponde a 31% do total. A região é impactada, principalmente, pelos acidentes com motocicletas (64% dos casos). Já a região Sudeste teve a maior incidência dos acidentes com vítimas fatais (34% do total de 9.196). A área concentra 49% da frota nacional de veículos do país.

No primeiro trimestre do ano, a maioria das indenizações pagas foi para vítimas do sexo masculino. A faixa etária mais atingida foi de 18 a 34 anos, representando 48% do total pago. Além disso, 23% dos acidentes indenizados ocorreram no período do anoitecer, entre 17h e 20h.

A Seguradora Líder divulga, mensalmente, os dados de indenizações pagas para que eles se tornem insumos para a construção de políticas públicas que contribuam para que o trânsito brasileiro se torne menos violento. A companhia tem o compromisso de contribuir na formulação de ações para prevenção de acidentes e educação no trânsito.

Fonte: Portal do Trânsito

AUTOESCOLA PARAGUASSU: SANTO ESTÃO JÁ DISPÕE DE VENDA DE LAUDOS PARA HABILITAÇÃO

Foto: Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Santo Estêvão. 

O lavrador Gilmar Silva Araújo, 35 anos, morador da Várzea da Casa, foi é o personagem que marca a primeira emissão de CNH pela 6ª Retran, em Santo Estevão. Hoje, todo o processo foi concluído e dentro de poucos dias a habilitação já estará em suas mãos.
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Assim como Gilmar, os condutores de veículos a partir de agora podem contar com toda comodidade para retirar sua Carteira Nacional de Habilitação aqui mesmo na cidade.“Estou maravilhado com tudo isso. Tudo feito aqui na cidade, sem precisar viajar e perder muitas horas em filas”, comemorou Gilmar, agora oficialmente habilitado à dirigir.
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Para o prefeito Rogério Costa, que acompanhou a emissão da primeira CNH em Santo Estevão, o serviço é motivo de comemoração. “Os serviços disponíveis aqui no Retran garante mais conforto e acessibilidade para nosso povo. Seremos atendidos por pessoas daqui e o melhor, sem precisar se deslocar para outras cidades”, disse.
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Mais serviços: Além da emissão de CNH, diversos outros serviços estão disponíveis para a população, tais como 1º laudo, renovação de CNH, troca de Ciretran (mudança de Estado), vistoria, transferência de propriedade, consulta de pontuação, selagem de placas e em breve, estará realizando provas via sistema informatizado.
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Na sede do Retran Santo Estevão ainda estão disponíveis o serviço de mudança de característica veicular, comunicação de venda, 2ª via de CRV e CRLV, alteração de endereço e outros. Fonte: Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Santo Estêvão. 

AUTOESCOLA PARAGUASSU: CÂMERA MANTÉM VETO A PENAS ALTERNATIVAS PARA HOMICÍDIOS COMETIDO POR CONDUTORES ALCOOLIZADOS

Motorista alcoolizado
Fonte: pixabay.com
A Câmara dos Deputados manteve, por insuficiência de votos, o veto parcial ao Projeto de Lei 5568/13, transformado na Lei 13.546/17, que aumenta de dois a quatro anos para quatro a oito anos de reclusão a pena de quem praticar homicídio culposo na direção de veículo sob efeito de álcool ou drogas.
Para derrubar o veto, eram necessários 257 votos, mas apenas 254 deputados optaram pela recusa do veto. Outros 50 deputados quiseram mantê-lo.
Como para ser derrubado, o veto precisa do voto contrário da maioria absoluta de ambas as Casas do Congresso Nacional, o veto não será analisado pelos senadores.
O item vetado e mantido previa a aplicação de penas alternativas a crimes de trânsito, como homicídio culposo praticado por motorista sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência.
Entenda
O artigo vetado previa o seguinte:
“§ 3o  Nos casos previstos no § 3o do art. 302, no § 2o do art. 303 e nos §§ 1o e 2o do art. 308 deste Código, aplica-se a substituição prevista no inciso I do caput do art. 44 do Decreto-Lei no 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), quando aplicada pena privativa de liberdade não superior a quatro anos, atendidas as demais condições previstas nos incisos II e III do caput do referido artigo. 

A razão do veto, segundo mensagem do Presidente, é que o dispositivo apresenta incongruência jurídica, sendo parcialmente inaplicável, uma vez que, dos três casos elencados, dois deles preveem penas mínimas de reclusão de 5 anos, não se enquadrando assim no mecanismo de substituição regulado pelo Código Penal. Assim, visando-se evitar insegurança jurídica, impõe-se o veto ao dispositivo. Fonte: Portal do Trânsito.

AUTOESCOLA PARAGUASSU: TRANSITO É A PRINCIPAL CAUSA DE MORTE ACIDENTAL ENTRE CRIANÇAS NO BRASIL


Foto: Shutterstonk
Os acidentes que mais matam crianças no país são queda, afogamento, sufocação, queimadura, envenenamento e trânsito. De todos, o trânsito é o maior ofensor. De acordo com dados da ONG Criança Segura, entre 2014 e 2015, houve uma diminuição desses casos e os óbitos passaram de 1.654 para 1.389 – o que representa uma redução de 16%.  No entanto, apesar desta redução, os sinistros em ruas, estradas e rodovias ainda são o tipo de acidente que mais provoca mortes acidentais de crianças até 14 anos no Brasil. As estatísticas, altas e assustadoras, podem ser revertidas com mais consciência, respeito às leis de trânsito e educação.  É o que diz o especialista ouvido pela Perkons, empresa que desenvolve e aplica tecnologia para a segurança no trânsito.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) já alertou sobre os cinco principais fatores que causam acidentes de trânsito: excesso de velocidade, associação de bebida alcoólica e direção, a falta de uso de capacete, cinto de segurança e equipamento de retenção de crianças. A opinião de Renato Campes Trini, gerente técnico da Organização Nacional de Segurança Viária (ONSV), corrobora com isso. Ele afirma que o transporte de crianças de forma negligente é a principal causa dos acidentes com esse público. Apesar da resolução Nº 277 do Conselho Nacional de Trânsito (COTRAN), conhecida como Lei da Cadeirinha, publicada em maio de 2008, os pais e responsáveis muitas vezes não respeitam as condições mínimas de segurança para o transporte de passageiros com idade inferior a dez anos.  “Os pais precisam tomar atitudes preventivas, usar os equipamentos de segurança e contribuir para salvar vidas. Quando saímos nas ruas, é fácil flagrar crianças soltas no carro e até com a cabeça para fora dos veículos”, diz Trini.
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) determina no artigo 64 que até os dez anos de idade as crianças devem ser conduzidas no banco traseiro, em dispositivos próprios para sua idade, peso e tamanho.  Bebês de até 9 kg precisam de uma cadeira do tipo “bebê-conforto”, instalada de costas para o painel do carro. A partir de um ano, as crianças devem utilizar, obrigatoriamente, a cadeirinha. E, quando completam quatro anos, devem passar para o assento de elevação, exigido até os sete anos de idade.
Para o gerente técnico da ONSV, além de obedecer as leis de trânsito de maneira geral, conscientizar e educar pelo exemplo cumpre um papel fundamental. “Precisamos mostrar às crianças os riscos que o trânsito representa e os direitos e deveres delas nesse contexto. Enquanto as escolas não contarem, na grade curricular, com uma disciplina para a formação no trânsito, mesmo sem esse apoio os pais devem cumprir essa função, dando o exemplo e mantendo uma postura firme”, destaca Trini.
O exemplo vem de casa
Na família da professora universitária Mariana Sbaraini Cordeiro, mãe do Pedro, de 18 anos, e da Izadora, de 11 anos, o trânsito é encarado com seriedade e responsabilidade. Ela ensina os filhos sobre o papel de cada um no trânsito desde pequenos. Os dois sempre andaram na cadeirinha e usaram cinto de segurança.
“Nunca abrimos mão dos dispositivos de segurança; eles aprenderam que são indispensáveis mesmo em trajetos curtos, por uma quadra”, conta a professora.
Para ela, o maior desafio na educação dos filhos quando o assunto é o trânsito, é a falta de suporte do poder púbico. “As crianças aprendem que é preciso atravessar somente na faixa. Mas, e quando a faixa não está pintada ou visível na rua? Além da infraestrutura precária das vias públicas, faltam campanhas educativas com apelo visual e linguagem lúdica, dirigida às crianças”, opina Mariana. Fonte: Portal do Transito.

AUTOESCOLA PARAGUASSU: DIRETOR DO DENATRAN RESPONDE ALGUMAS PERGUNTAS SOBRE A RESOLUÇÃO QUE ALTERA A FORMAÇÃO DE CONDUTORES

Formação de condutores de moto
Foto: Arquivo Pessoal

Foi publicada no dia 08/03, no Diário Oficial da União, o texto da Resolução 726/18 que substitui a Resolução 168/04 do CONTRAN, e trata do processo de formação e especialização de condutores no Brasil. Estranhamente, até o fechamento dessa matéria, o texto (com os anexos) ainda não pode ser encontrado no site do Denatran. De acordo com a Assessoria de Imprensa do órgão, ela será publicada em breve, pois está em fase de revisão dos anexos.
O novo texto apresenta mudanças significativas para o processo de formação de condutores de veículos automotores e elétricos, a realização dos exames, a expedição de documentos de habilitação, os cursos de formação de condutores, especializados e de reciclagem, fundamentado em teorias e práticas pedagógicas que sejam capazes de promover um trânsito mais seguro, no qual os condutores tenham condições de receber a devida formação.
O Portal do Trânsito entrevistou o Dr. Maurício José Alves Pereira, diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para responder algumas questões sobre o novo texto legal. Tentamos gravar uma entrevista por telefone, para disponibilizar o áudio nesta matéria, mas, infelizmente, só conseguimos as respostas por e-mail.
Prazo
Questionado sobre o prazo para a entrada em vigor da resolução, que de 180 dias caiu para 90, o diretor disse que a Câmara Temática de Educação, Habilitação e Formação de Condutores, foi responsável pela revisão do programa de formação de condutores e trabalhou com diversos segmentos da sociedade, inclusive, através de consultas públicas, e participação de membros que lidam com vítimas de trânsito, familiares que desenvolvem ações na área, representações dos Centros de Condutores do país e Departamentos de Trânsitos Estaduais. “Isso deixa claro que foi um projeto construído com todo zelo e participação dos mais diversificados membros da sociedade e que, de certa forma, já aguardavam e se preparavam para o advento da Resolução em questão. As alterações foram, de certa forma, mais específicas quanto ao conteúdo didático-educacional do processo de formação de condutores sem grandes alterações na conjuntura prática-logística do referido processo”, explicou.
Para ele, a necessidade de mudança, justifica o prazo.
“À medida que a sociedade muda, as pessoas candidatas à habilitação mudam, as transformações urbanas ocorrem, a frota veicular muda ou aumenta, novas necessidades de respostas a estas mudanças surgem, gerando novas demandas sobre posturas e comportamentos como usuário do trânsito, tornando emergencial a necessidade de normatizar um processo de formação e habilitação de condutores que já estava defasado há mais de 10 (dez) anos, causando prejuízos não só para os condutores, mas para todos os cidadãos, que são direta e indiretamente afetados com as consequências dos atos nocivos de condutores formados dentro de um processo obsoleto, que não alcança mais os anseios da dinâmica do trânsito atual”, responde.
Aulas práticas na rua
Outro ponto importante e que altera significativamente o processo é a aula prática de moto em vias públicas. De acordo com Dr. Maurício, para garantir a segurança dos envolvidos o instrutor deverá orientar o candidato a pilotar de maneira segura, respeitando a legislação de trânsito vigente e evitando o cometimento de infrações, e ainda, a praticar a pilotagem respeitando as normas de circulação e conduta.
“Levando em consideração que a aula será acompanhada pelo instrutor de trânsito em outro veículo e a comunicação será realizada por meio de comunicador, o instrutor, ao preparar sua aula, deve planejar as orientações a serem transmitidas antes do início dos trajetos, informando ao candidato os objetivos da aula. Deve elencar quais são as orientações a serem dadas no decorrer no trajeto e aquelas a serem realizadas ao final da aula. As referidas orientações devem compor o repertório de intervenções do instrutor que deve levar o candidato a pilotar considerando os aspectos relacionados à segurança e a praticar percepção, identificação, decisão e reação”, diz.
O diretor diz ainda que o curso em via pública, somete é ministrado após o curso em circuito fechado. “A finalidade das aulas em circuito fechado é que o candidato desenvolva os conhecimentos e habilidades em relação às ações operacionais e táticas na tarefa da condução e que seja capaz de avaliar a aplicação de técnicas e manobras para a condução SEGURA e deverá garantir ao candidato a base necessária para a realização do Curso de Prática de Direção Veicular em Via Pública”, argumenta.
Renovação de CNH
A partir da entrada em vigor da nova Resolução, todas as pessoas terão que fazer um curso teórico de 10 horas/aula e depois passar por uma prova, para conseguir renovar a CNH. Esse curso poderá ser feito presencialmente ou à distância. Dr. Mauricio diz que a finalidade de se exigir curso teórico em toda renovação é aperfeiçoar os condutores.  “O Curso de Aperfeiçoamento para Renovação da CNH tem por objetivo precípuo atualizar as informações e os conhecimentos sobre as legislações de trânsito, considerando a circunstância das constantes e contínuas alterações, mantendo o condutor permanentemente ciente e consciente das determinações emanadas do legislador, devendo, portanto, ser realizado a cada renovação, uma vez que as mudanças e atualizações são contínuas e objetivam garantir ao condutor o aperfeiçoamento e a atualização necessários para a condução do veículo no contexto atual revisando, atualizando e construindo conhecimentos que transformem a prática de condução com a qual este indivíduo chegou ao curso”, explica.
Inexistência de curso prático para adição de ACC
O Portal do Trânsito formulou uma questão sobre a inexistência de curso prático para ACC, entendendo que poderia ter sido um equívoco de digitação, pois todas as outras adições de categoria exigem um curso prático. Até porque estaria sendo adicionada uma categoria de veículo diferente da qual o condutor está acostumado e está previsto um exame prático depois do teórico. Porém, o entendimento do Contran parece ser outro.
“Considerando que se trata de adição de categoria, o condutor já está familiarizado com o trânsito, tendo sido entendido pelo CONTRAN que tal exigência seria desnecessária, além de onerar o processo de habilitação”, afirma Dr. Mauricio.
Mudanças entre a minuta e a Resolução
Algumas informações que estavam na minuta da resolução não estão na 726/18, como por exemplo, os cursos teóricos para adição de categoria C, D e E, não constam no texto oficial. A explicação, segundo o diretor do Denatran, é que compete ao Contran, órgão máximo do Sistema Nacional de Trânsito, estabelecer as normas regulamentares referidas no Código de Transito Brasileiro e as diretrizes da Política Nacional de Trânsito, nos termos do art. 12 do predito diploma. “Dessa forma, qualquer inserção, alteração ou retirada de textos, diga-se, de minutas, são realizadas com base em conhecimentos e experiências técnicas dos conselheiros que o compõe, sempre preocupados com a qualidade, segurança, e economicidade de todos os processos que regulam o Sistema de Trânsito Nacional e afetam a vida da população”, finaliza Dr. Maurício. Fonte: Portal do Trânsito. 

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